Good for Nothing!
Eu trabalhava num restaurante italiano phyno onde muita gente phyna jantava. Na época eu sofria de complexo de vira-lata pelo meu sotaque e por me sentir um peixe fora d'água naquele novo ambiente. Por isso, estava sempre híper-antenada pra fazer o meu trabalho o mais excelente possível e conquistar meu espacinho e respeito. Eu era hostess e minha função não era nada muito desafiadora... receber as pessoas, sentá-las e ficar atenta se estavam olhando em volta procurando seu garçom. Certa noite, numa mesa de gente chique (ou phyna), um senhor olhava em volta procurando alguém. Me aproximei da mesa e perguntei como podia ajudá-lo. Ele reclamou grosseiramente que o que ele havia “me” pedido ainda não tinha chegado. Eu, defensiva e educadamente respondi que ele não havia falado comigo, mas que eu ia buscar seu garçom prontamente. Niqui me afastei da mesa, sua esposa pediu-lhe que tivesse calma, e que a pessoa que ele havia falado tinha mesmo sido outra e completou "she 's good...