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Mostrando postagens de abril, 2018

Segunda Chance

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H oje eu estava me reconectando com um amiga de longa data, uma destas irmãs que escolhemos. Assim como muitas de nós, ela anda frustrada com a vida de dona de casa, 2 filhos, marido, cachorro... (ainda bem que não é marido cachorro). Não sei se vocês já passaram por isso, mas eu me identifiquei com ela. Também já me senti sufocada pela rotina massante. Os dias vão passando iguais, de cabelos em pé, com qualquer roupa. Parece que nada vai mudar. O círculo vicioso de agonia toma conta da gente. Cansaço, tédio, falta de tesão, falta de esperança, depressão, antidepressivo, compulsões... caminho de descida no poço. Apesar das dificuldades desta fase, fiquei feliz em perceber uma gota de esperança quando ela disse que agora, com 50 e poucos anos, queria se desprender de algumas coisas e iniciar sua 2° chance. Isso me fez refletir sobre como, em qualquer momento da vida, aos 35, 43, 52, 67, é necessário estar checando o que precisa acabar e no que podemos melhorar. Exatamen...

Super Humano de Amsterdam

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Acabei de assistir uma entrevista com Wim Hof e estou ao mesmo tempo impressionada e bem feliz com o que vi. Photo From cryoinnovations Ele fala sobre o controle da mente, assunto que nunca sai de moda. A prática da meditação está se tornando rotina na vida de muita gente, assim como na minha, e além dos benefícios que a ciência agora já comprova, mais equilíbrio, calma, concentração, melhora na qualidade do sono, entre outros, Wim fala de como o "controle" da mente pode lhe ajudar a superar suas barreiras físicas. Na entrevista com Vishen Lakhiani, criador da Mindvalley Academ y, eles demonstraram a técnica da respiração, chamada aqui de Wim Hof Method, seguida de flexões sem respirar, onde Vishen quebrou o próprio recorde. Wim é um homem leve, brincalhão, natural de Amsterdam (you've got to love the Dutch!), que bateu 26 recordes mundiais. Ele escalou o Everest e o Kilimanjaro de shorts. Pelo que vi, é só o que ele usa, não importa o desafio. Sua forma simples de exp...

Add a Thought

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I was talking with some of my close friends (my chosen sisters) about how we deal with stress on a regular basis. One of them smokes, another one eats, the other one screams, and I, personally, somatize my stress into pains and fear. The conversation took a turn when one of them said that Ann should quit smoking. I agreed. Another friend, Andrew jumped in calling on all of us, on our weaknesses regarding dealing with stress: look at yourself! Nobody is perfect. Let's respect each other. I agreed again. The criticized friend, Ann, was very understanding and receptive and appreciated the criticism given out of love and care. She's an enlightened one. This situation made me think: When we see a friend with a destructive behavior or bad habit, how should we give criticism and why? Is our intention genuinely good? Why do we practice criticism, even the constructive ones, instead of giving INCENTIVE? To me, that was a tiny piece of enlightenment right there. How do we expect to do ...