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Good for Nothing!

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Eu trabalhava num restaurante italiano phyno onde muita gente phyna jantava. Na época eu sofria de complexo de vira-lata pelo meu sotaque e por me sentir um peixe fora d'água naquele novo ambiente. Por isso, estava sempre híper-antenada pra fazer o meu trabalho o mais excelente possível e conquistar meu espacinho e respeito. Eu era hostess e minha função não era nada muito desafiadora... receber as pessoas, sentá-las e ficar atenta se estavam olhando em volta procurando seu garçom. Certa noite, numa mesa de gente chique (ou phyna), um senhor olhava em volta procurando alguém. Me aproximei da mesa e perguntei como podia ajudá-lo. Ele reclamou grosseiramente que o que ele havia “me” pedido ainda não tinha chegado. Eu, defensiva e educadamente respondi que ele não havia falado comigo, mas que eu ia buscar seu garçom prontamente. Niqui me afastei da mesa, sua esposa pediu-lhe que tivesse calma, e que a pessoa que ele havia falado tinha mesmo sido outra e completou "she 's good...

Era pra ser uma meditação

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Não sou a pessoa mais meditadora que conheço. Queria ser mais. Sinto uma imensa paz e equilíbrio cada vez que termino, esvazio a cabeça. Desta vez foi diferente. Assim que fechei os olhos e respirei fundo pra começar, “ouvi” isso internamente: “O que você quer ser e fazer no futuro está diretamente ligado ao que você é e faz hoje. Portanto, como você está agora? Como se vê? Como se sente? Esta imagem é fiel à como você quer se ver no futuro? Vemos o futuro como um tempo distante, mas ele é a materialização do nosso presente; é o presente na futura dimensão 😊 Agora troque as dimensões. Como você, o seu ideal, se vê e se sente ali no futuro?  Feche os olhos, respire fundo e mergulhe nesta imagem com tudo.  Quando se sentir totalmente inserida na sua visão, transfira-se pro presente e fique aí o máximo que puder.  Repare em cada detalhe que você criou e desenvolveu em você para você. Se admire. Quais são as emoções que brotam? As sensações? Fixe nesta imagem e no que elas t...

Segunda Chance

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H oje eu estava me reconectando com um amiga de longa data, uma destas irmãs que escolhemos. Assim como muitas de nós, ela anda frustrada com a vida de dona de casa, 2 filhos, marido, cachorro... (ainda bem que não é marido cachorro). Não sei se vocês já passaram por isso, mas eu me identifiquei com ela. Também já me senti sufocada pela rotina massante. Os dias vão passando iguais, de cabelos em pé, com qualquer roupa. Parece que nada vai mudar. O círculo vicioso de agonia toma conta da gente. Cansaço, tédio, falta de tesão, falta de esperança, depressão, antidepressivo, compulsões... caminho de descida no poço. Apesar das dificuldades desta fase, fiquei feliz em perceber uma gota de esperança quando ela disse que agora, com 50 e poucos anos, queria se desprender de algumas coisas e iniciar sua 2° chance. Isso me fez refletir sobre como, em qualquer momento da vida, aos 35, 43, 52, 67, é necessário estar checando o que precisa acabar e no que podemos melhorar. Exatamen...

Super Humano de Amsterdam

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Acabei de assistir uma entrevista com Wim Hof e estou ao mesmo tempo impressionada e bem feliz com o que vi. Photo From cryoinnovations Ele fala sobre o controle da mente, assunto que nunca sai de moda. A prática da meditação está se tornando rotina na vida de muita gente, assim como na minha, e além dos benefícios que a ciência agora já comprova, mais equilíbrio, calma, concentração, melhora na qualidade do sono, entre outros, Wim fala de como o "controle" da mente pode lhe ajudar a superar suas barreiras físicas. Na entrevista com Vishen Lakhiani, criador da Mindvalley Academ y, eles demonstraram a técnica da respiração, chamada aqui de Wim Hof Method, seguida de flexões sem respirar, onde Vishen quebrou o próprio recorde. Wim é um homem leve, brincalhão, natural de Amsterdam (you've got to love the Dutch!), que bateu 26 recordes mundiais. Ele escalou o Everest e o Kilimanjaro de shorts. Pelo que vi, é só o que ele usa, não importa o desafio. Sua forma simples de exp...

Add a Thought

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I was talking with some of my close friends (my chosen sisters) about how we deal with stress on a regular basis. One of them smokes, another one eats, the other one screams, and I, personally, somatize my stress into pains and fear. The conversation took a turn when one of them said that Ann should quit smoking. I agreed. Another friend, Andrew jumped in calling on all of us, on our weaknesses regarding dealing with stress: look at yourself! Nobody is perfect. Let's respect each other. I agreed again. The criticized friend, Ann, was very understanding and receptive and appreciated the criticism given out of love and care. She's an enlightened one. This situation made me think: When we see a friend with a destructive behavior or bad habit, how should we give criticism and why? Is our intention genuinely good? Why do we practice criticism, even the constructive ones, instead of giving INCENTIVE? To me, that was a tiny piece of enlightenment right there. How do we expect to do ...

O Menino que Tinha Preguica

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Esta historia é contraditória Ela fala de um menino que tinha muita preguiça, desde pequenino. Não me leve a mal, todo mundo tem uma preguicinha aqui e ali. Mas esta preguiça me lembra de quando eu era garotinha, porque eu também a tinha. Você deve estar se perguntando “Por que ela esta enrolando? Não há de ser nada de mais!” Ai eu te pergunto, quando est á s com preguiça, o que é que você NÃO faz? Tomar banho? Acordar cedo? Dar banho no cachorro? Ajudar a lavar a louça ? E scovar os dentes? Pois bem, este menino tem sim, umas destas preguicites, mas a que eu estava falando você já deve saber... ele tem preguiça É DE COMER! Não pense você que ele tem que lavar os legumes e verduras, não! Que tem que catar o feijão, não! Lavar o arroz, temperar a carne, fazer a salada, preparar o suco NÃO!!! Ele não tem que fazer nadica de nada disso! Ainda assim, quando acorda, fica olhando para o copo metade cheio de água e... espreguiça. Seu papai lhe prepara um...

Cantiga de Ninar (25/Set/2007)

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Ter filho é praticamente nascer de novo. Você tem que aprender várias coisas que estavam longe de fazer parte da sua vida, e é um pouco surreal. A primeira delas é aprender a dormir muito menos e interrompidamente, alimentar um ser humano que não sabe se comunicar claramente, adivinhar o que ele precisa e, apesar do cansaço, fazê-lo com boa vontade e amor. Se você, mulher, aprendeu a fazer isso, o resto vai parecer meio fácil. Trocar fraldas 24 horas por dia, dar mama a cada 2 horas, às vezes de hora em hora, dar banho, tomar banho, comer e saber que o mundo não parou pra esperar você fazer "só mais isso". Eu quis dar uma de super mãe e só amamento no peito. Quando não estou com o peito na boca do meu filho, tô trocando suas fraldas ou colocando-o pra dormir. Isso num dia bom. Se eu cometer a estupidez de comer algo com alho, inclua aí algumas horas de desespero, meu e dele. Ele urrando de cólica, com aquela cara de "que diabo é isso que tá me estufando" e eu com a...